Sete crianças, um cidadão zimbabueano e um sul-africano estão entre as 10 pessoas que permanecem sob custódia de insurgentes, na sequência do ataque ocorrido a 3 de Setembro, em Marangira, distrito de Marrupa, na província do Niassa.
Segundo uma fonte ligada à Mozambique Wild Adventures (MWA), citada pelo Mozambique Bio, os insurgentes iniciaram na semana passada contactos para exigir dinheiro em troca da libertação dos reféns, mas valor alegadamente exigido não foi revelado, muito menos as vias para a entrega.
Lembrar que as 10 pessoas foram capturadas durante o ataque de 3 de Setembro, que atingiu Marangira e a área da concessão da MWA, durante a incursão, na qual foram destruídas instalações, viaturas e outras infra-estruturas em mais de 3,5 milhões de euros.
No mesmo dia quatro cidadãos norte-americanos conseguiram ser retirados da zona de perigo durante a resposta à situação. Outrossim, alguma correte púbica na cidade de Lichinga em Niassa estranha o silêncio das autoridades locais, que após uma conferência de impressa e visitas ao local, não deram mais uma actualização sobre o ataque. Nem Silva Livone, secretário do estado, como Elina Massengele, a governadora de Niassa. (Quarianews)





